quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Sem assunto...

Eu estou aqui sem saber bem o motivo... Já repararam que isso acontece quase semp... Eu acho que já disse isso demais!

Querem saber? Dane-se! Ou como dizia o "Mestre Lesado", personagem do cartunista Maurício Ricardo: "Xápralá!"

Acho que, corriqueiramente, eu vim desabafar... Se me lembro bem, acho que é o que acontece quando eu venho sem ter o que dizer...

[...] (Pensando sobre o que desabafar)

[...] (Minutos depois: arrumando o óculos e digitando que estou arrumando os óculos)

[...] (Mais alguns minutos e...)

(...) Já sei: Vou falar sobre o meu último desabafo...

Lembram-se da Daniele, minha irmã? Falei dela, algumas vezes... Que é minha irmã de consideração... Mas vamos ao que interessa:

Ela é regente do coral da igreja... Eu já fui freqüentante (pausa para salientar minha indignação pela queda do trëmä!), ou melhor, coralista... Tive um ótimo tom de tenor, no passado... Talvez eu ainda o tenha, apesar do meu destreino... O fato é que, por motivos que não vou citar agora, acabei me afastando dessa atividade... Mas não foi só disso que me afastei, no final das contas... Ela mesma, que foi, no passado, uma grande confidente, acabou se afastando de mim...

Eu não sou egoísta! Ela que vá viver a vida dela! O problema é que, sem alguém para desabafar, eu acabo levando a minha de forma menos eficiente! E vocês sabem que o meu contato com a Soraya está cada vez mais limitado... Assim, que eu fiquei sem a minha válvula de escape...

Nada demais, eu acho... Já fui assim antes e voltei a ser... Demorei, mas me adaptei bem a isso. Só que eu caí na besteira de comentar com a Dani, sobre isso... Talvez isso signifique que eu não estou tão adaptado a isso quanto supunha... Mas não vem ao caso, agora... O que passa pela minha mente, é que ela provavelmente vai ficar se torturando com isso, como se fosse culpa dela, por não estar mais presente me dando a mesma atenção que antigamente! E isso não seria justo! Não só com ela, mas também com o meu cunhado, já que ela está noiva! Claro que ele me conhe ce e sabe dessa minha relação de irmão com ela, e não sente ciúmes, mas mesmo assim, não me parece certo... Parece que um dos "mim's", aqui dentro, faz questão de me dizer o que a "moral e os Bons Costumes" dizem sobre tudo... Mesmo que não tenha nada a ver...

De fato, depois de ter colocado tudo isso pra fora, não vejo útilidade nisso... Mas eu já disse, talvez no terceiro post da história do Loucuras de Um São, que não tenho o propósito de me desfazer de nada do que eu escreva aqui, sejam quais forem as conseqüências, porque são parte do que e de quem eu sou! Não que essa segunda parte importe muito, já que as pessoas só demonstram o interesse pelo "quê" e sempre o desdêm pelo "quem".

Sem me sentir melhor, depois desse desabafo, vou embora... Sem dizer se volto algum dia, pois acho que a resposta é mais que óbvia!

Mais por educação e costume do que por sinceridade, os mesmo cumprimentos de sempre!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Mudanças...

Não sei bem porque vim aqui falar disso... Acho que eu só precisava de um assunto...

Mas já que vim e dei esse nome pro post, vamos falar sobre mudanças... Mas eu não sei bem o que dizer... Vou colocar aqui um pequeno texto que fiz há tempos...

Monólogo da minha existência conturbada

Eu sei que não sou sempre o mesmo cara que todos aprendem a amar ou odiar. Mas a mudança que a vida me faz passar hoje, será necessária para que eu possa me converter do que serei amanhã para o depois disso!

Mas não vou deixar de mudar! Mesmo que eu me perca nas mudanças.

Se hoje eu brinquei lhe dizendo "Te amo!", amanhã eu posso falar sério! E se hoje eu lhe dispenso o meu amor incondicional, previna-se de que posso lhe impor condição amanhã!

Se hoje lhe sorrio amargamente, amanhã posso te conquistar com o meu sorriso sincero!

Mas se eu continuar a ser Jônathas Oliveira Ayres em minha essência prima, então continuarei a te amar a cada dia. Mesmo que não seja correspondido!

Cuidado com sua exigência estrema: Se eu precisar mudar minha essência para que me ame, posso assumir uma existência fria suficiente para apagar o calor do Sol que lhe ilumine o coração!
Jônathas Oliveira Ayres – 04/08/2007
Não era bem isso que eu ia dizer, acho... Mas vou dizer alg que só os mais íntimos entenderão (a menos que alguém queira entender e me pergunte...): Acho que estou cansando da chuva...
Ósculos, Amplexos, reverências e despedidas

domingo, 21 de setembro de 2008

Eu sou tio!

Estou muito feliz! Meu sobrinho finalmente nasceu! Eu sou tio do sobrinho mais lindo do mundo! Que sorte do garoto não ter puxado para o pai! Hahahahaha!

Nasceu na última quinta-feira, 18 de setembro, que por coincidência, era aniversário do meu irmão mais novo. O filho é do mais velho, que tem agora 20 anos. E, vou dizer uma coisa: como esse molequinho mudou a cabeça do moleque! Ele ainda é muito infantil e chega a ser irritante... Mas como está mais responsável! Espero que ele continue melhorando! E que ele termine o crescimento em tempo de ajudar a criança a crescer!

Mas, piadas à parte, meu sobrinho é realmente lindo! E o mais incrível, é que ele ainda não aprendeu a chorar! Ele resmunga, faz careta e até dá risada... Mas não chorou nenhuma vez desde o seu nascimento! Incrível!

“Há sempre alegria quando nasce uma criança!”, já dizia a música!

Beijos e abraços, que eu acordo cedo, amanhã!

Retiro-me!

PS: Desculpem o sumisso, mas eu tenho tido muito trabalho, lá no senai... Depois eu volto pra contar como estão as coisas e comentar nos amigos!

sábado, 16 de agosto de 2008

Saudade

O texto a baixo é do Miguel Falabella. Vou dar um ctrl+v depois vou comentar...

Entitula-se

Saudade

“Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave para sentirmos tanta saudade”.
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...


Eu gosto muito desse texto. Diz muita coisa que faz sentido, pra mim. Acho que é uma boa definição do sentimento. Vejam que o nome, saudade vem do latim (solitate), que significa saudar... Logo, saudade é uma forma de saudação... Isso não faz sentido, embora eu mesmo tenha dito...


Viram? Uma coisa que eu mesmo tentei dizer não fez sentido, pra mim! Mas essas linhas do Falabella dizem com uma exatidão quase que monumental.

Depois disso, acho que estou sem palavras... (Risos).

Querem saber, não tenho muita inspiração para isso agora... Só para ler e sentir, não para comentar!

Ósculos, amplexos e... Ah! Vocês sabem o resto! ; )

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Coincidências?

Eu não acredito nisso... Acho muito improvável que a coincidência seja mais do que o pretesto que as coisas têm para acontecerem na hora em que acontecem, simultâneas a tantas outras coisas...

Hoje eu quero dividir com vocês uma coisa que aconteceu comigo, minutos antes de eu tomar a iniciativa de vir postar. Não vou me prolongar com explicações, mas vou sorrir, porque queria compartilhar isso com alguém e não sabia quem, então, cá estou...

Bem... Não começou bem... Uma interrupção: ainda não acabou!

Mas vamos lá...

Eu estava no Orkut, e descobri que o Orkut está limirtando o numero de caracteres nas legendas das fotos... Daí tudo bem, eu estou acostumado com essas frustrações... Mas eu queria lembrar de todas as palavras que perdi...

Calhou que eu entrei numa foto da Soraya, quando me ocorreram palavras belas que eu tentei substituir na legenda, mas não coube e eu simplifiquei de vez pra ficar do jeito que coubesse... Mas isso é detalhe... O que me trás aqui agora, é que quando eu entrei na foto, não percebi o que o seletor aleatório d Media Player faria: entrou a música "Sinto Falta De Você", do Vitor e Leo... Mas eu não teria reparado nisso, não fosse o refrão que me chamou muito a atenção, porque "coincidiu", com o que eu estava pensando:

"Sinto falta de você
E a palavra que me cura
Ninguém vai dizer..."

E eu pensei em dividir isso com alguém, mas não tinha ninguém pra eu dividir isso... Daí que eu vim aqui... Mas não fosse isso suficiente, quando eu estava entrando no blogspot, o seletor aleatório soltou outra "pérola": "Love In The Afternoon" do Legião Urbana...

E com ela, vieram as frases:

"... Era assim todo dia de tarde
A descoberta da amizade
Até a próxima vez...
...
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer...
...
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre mais eu sei
Que você está bem agora..."

Tá... Essa música é triste e parece algo que se diga a alguém que morreu... Mas a letra, ao menos nas partes citadas, faz juz ao momento...

Pois que se dane! Eu só queria dividir isso com alguém... E já que não tenho ninguém para isso, resolvi dividir com todo o mundo cybernético!

Perdoem se fui rude, mas fui sincero...

Ósculos e amplexos... Retiro-me...

PS: Acho que estou carente de novo... Novidaaaade...¬¬
Mas estou feliz! ^^