Sabiam que esta que estam lendo agora, é 70° publicação nesse endereço?
Não que isso seja grande coisa, mas eu queria apontar esse fato... Em tanto tempo, talvez seja até pouco... Mas para mim, creio que é o bastante. Serve para lembrar que tudo o que eu postei aqui foi bem útil, como desabafo, partilha de alegrias, e mais coisas...
Agora, por exemplo, vou divulgar outro motivo de orgulho: Meu projeto de conclusão no SENAI.
Vejam que coisa mais linda... Hahahaha Imagino quando estiver pronta, como será... Ainda precisa de uma boa limpeza, pintura, e outros tratos estéticos... Até lá, vamos ver o que acontece!
Abraços!
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Poesias, enfim...
Prestem bastante atenção: Essas poesias são todas de minha autoria e estão livres para uso indiscriminado! Apenas peço que nomeiem o autor (Jônathas Oliveira Ayres), se quiserem utilizá-las para qualquer fim!
Hoje, há uns 6 minutos, mais ou menos, comecei a escrever... Escrevi pouco, para o tempo que levei, mas muito mais do que teria, se tivesse conseguido evitar... -(c)-(c)-
Vá lá:
Sonetando pra passar o tempo
Uma nova poesia escrevo,
Novamente tentando me encontrar.
Assim, minhas forças eu renovo,
Sabendo que agrado com o rimar.
Não sou poeta como Caeiro,
Que tinha na poesia a solidão.
Sinto-me acolhido no letreiro
No qual exponho a emoção.
Meus versos são vazios, quando deixo.
Não que isso seja proposital.
Mas minha vida é feita de sonetos,
Não que isso me torne “o tal”.
Isso nunca me rendeu um beijo.
Mas há quem diga que são bem feitos.
Hoje, há uns 6 minutos, mais ou menos, comecei a escrever... Escrevi pouco, para o tempo que levei, mas muito mais do que teria, se tivesse conseguido evitar... -(c)-(c)-
Vá lá:
Sonetando pra passar o tempo
Uma nova poesia escrevo,
Novamente tentando me encontrar.
Assim, minhas forças eu renovo,
Sabendo que agrado com o rimar.
Não sou poeta como Caeiro,
Que tinha na poesia a solidão.
Sinto-me acolhido no letreiro
No qual exponho a emoção.
Meus versos são vazios, quando deixo.
Não que isso seja proposital.
Mas minha vida é feita de sonetos,
Não que isso me torne “o tal”.
Isso nunca me rendeu um beijo.
Mas há quem diga que são bem feitos.
Jônathas Oliveira Ayres – 11/05/2009
Sem querer (Querendo muito!)
Sei que me repito muito quando digo que te amo.
Mas nunca te amei igualmente duas vezes.
Não pretendo mais rimar para expressar o meu amor,
Porque ele mesmo não tem palavra para parear.
Mesmo assim escreverei estrofes,
Sabendo do risco que corro ao fazê-lo.
E serei criticado por não saber como,
Mas não me importo de ser pisado pelos críticos.
Apenas amo e quero dizê-lo.
Em alto e bom tom, quando eu puder!
E se alguém desejar que eu me cale,
Terá de gritar mais alto que eu!
E se eu tiver de desistir de mim mesmo,
Da poesia que sou eu, e reneguei,
Então eu torno a rimar a esmo...
Porque foi assim que um dia comecei.
Sei que me repito muito quando digo que te amo.
Mas nunca te amei igualmente duas vezes.
Não pretendo mais rimar para expressar o meu amor,
Porque ele mesmo não tem palavra para parear.
Mesmo assim escreverei estrofes,
Sabendo do risco que corro ao fazê-lo.
E serei criticado por não saber como,
Mas não me importo de ser pisado pelos críticos.
Apenas amo e quero dizê-lo.
Em alto e bom tom, quando eu puder!
E se alguém desejar que eu me cale,
Terá de gritar mais alto que eu!
E se eu tiver de desistir de mim mesmo,
Da poesia que sou eu, e reneguei,
Então eu torno a rimar a esmo...
Porque foi assim que um dia comecei.
Jônathas Oliveira Ayres – 11/05/2009
Quando eu vi, falei!
Quando meus olhos esquadrinham o céu,
Procurando uma pista do teu pensamento,
É como se houvesse um denso véu
Separando a razão do sentimento.
Porque a razão pensa em desejar.
Enquanto o sentimento deseja esperar.
E a razão se protege ao forjar,
Um escudo que a paixão vai quebrar.
O sentimento é sempre tolo...
Se mete em confusão sem pensar...
Mas sabe evitar muito rolo,
Pois compromisso é o que espera alcançar.
Nas estrelas vejo olhos mil.
No vento ouço o canto da sereia.
Na lua o meu desejo assumiu
Ver o rosto que meu coração anseia.
Essas palavras não têm ambição.
Apenas as escrevo para que me deixem em paz.
Mesmo assim me parecem canção,
Se as leio com a alma fugaz
Meus olhos esquadrinham o céu,
Não por ser esse o mandamento.
Mas porque assim como as abelhas fazem o mel,
Não posso deixar de te amar... nem por um momento!
Quando meus olhos esquadrinham o céu,
Procurando uma pista do teu pensamento,
É como se houvesse um denso véu
Separando a razão do sentimento.
Porque a razão pensa em desejar.
Enquanto o sentimento deseja esperar.
E a razão se protege ao forjar,
Um escudo que a paixão vai quebrar.
O sentimento é sempre tolo...
Se mete em confusão sem pensar...
Mas sabe evitar muito rolo,
Pois compromisso é o que espera alcançar.
Nas estrelas vejo olhos mil.
No vento ouço o canto da sereia.
Na lua o meu desejo assumiu
Ver o rosto que meu coração anseia.
Essas palavras não têm ambição.
Apenas as escrevo para que me deixem em paz.
Mesmo assim me parecem canção,
Se as leio com a alma fugaz
Meus olhos esquadrinham o céu,
Não por ser esse o mandamento.
Mas porque assim como as abelhas fazem o mel,
Não posso deixar de te amar... nem por um momento!
Jônathas Oliveira Ayres – 11/05/2009
Postei fora da órdem em que escrevi... Acho que a última que escrevi icou muito ruim! Mas vai ter quem queira me contrariar... Então a coloquei no meio das outras duas, para (...) Pra que sim!
Fui!
domingo, 10 de maio de 2009
Dois sonhos
Antes de começar, devo dizer que estou profundamente arrependido de não ter vindo quando os sonhos ainda estavam frescos na minha cabeça... Agora não posso mais voltar atrás, eu acho... Então devo apenas me contentar com o que me lembrar. Vamos aos sonhos:
1° - Eu não me lembro bem dos detalhes, onde estávamos, quem mais estava lá... Mas lembro-me da Soraya e da Raquel. E vinha a Soraya e me dizia que tinha uma boa coisa para me contar... Um segredo, se bem me lembro... Isso! Essa foi a palavra que ela usou. E estava muito feliz, pelo que pude observar. Algo que ela e a irmã dela estavam ansiosas por me contar. Algo que me deixou muito curioso mesmo, e com muita raiva do despertador.
(Fim do primeiro Sonho)
Esse sonho eu tive ontem de manhã... Pouco antes das 6:00 AM, que foi quando o meu celular tocou para me lembrar de um compromiço que eu teria às 7:00. Levantei, fiz o que tinha de fazer e perto de 8:30 chego de volta em casa. Volto para a cama e sem esforço volto a pegar no sono.
2° - Era uma festa. Não tenho certeza da natureza de tal festa, mas tinha muita gente lá... Incluso as duas já citadas no sonho anterior. E as duas estavam ainda muito felizes... Se não me engano, a festa era em homenagem a minha avó, pois as duas deram um presente a ela... Mas disseram que também tinham um presente para mim, que dariam depois... E as observei várias vezes aos sussurros, me dando a certeza de que, fosse o que fosse, tinha relação comigo... Infelizmente, antes que chegasse o depois, ouvi o som estridente do celular, novamente...
(Fim do segundo sonho)
Eram 11:30 PM, quando me levantei pela segunda vez, ontem (sábado). Eu estava sozinho em casa... Fiquei me perguntando sobre esses sonhos até umas 12:40 PM, quando chegaram os meus pais e o meu irmão. Os sonhos saíram da minha mente aos poucos, mas sempre voltavam, como de costume, cada vez mais vagos...
Hoje, acordei assustado com outro sonho... Que não tem, em absoluto, relação com os outros dois... Então não vou comentá-lo...
Ficou mensionado, e talvez seja tratado mais tarde... Por hora, até mais ver! -(^)-(^)-
1° - Eu não me lembro bem dos detalhes, onde estávamos, quem mais estava lá... Mas lembro-me da Soraya e da Raquel. E vinha a Soraya e me dizia que tinha uma boa coisa para me contar... Um segredo, se bem me lembro... Isso! Essa foi a palavra que ela usou. E estava muito feliz, pelo que pude observar. Algo que ela e a irmã dela estavam ansiosas por me contar. Algo que me deixou muito curioso mesmo, e com muita raiva do despertador.
(Fim do primeiro Sonho)
Esse sonho eu tive ontem de manhã... Pouco antes das 6:00 AM, que foi quando o meu celular tocou para me lembrar de um compromiço que eu teria às 7:00. Levantei, fiz o que tinha de fazer e perto de 8:30 chego de volta em casa. Volto para a cama e sem esforço volto a pegar no sono.
2° - Era uma festa. Não tenho certeza da natureza de tal festa, mas tinha muita gente lá... Incluso as duas já citadas no sonho anterior. E as duas estavam ainda muito felizes... Se não me engano, a festa era em homenagem a minha avó, pois as duas deram um presente a ela... Mas disseram que também tinham um presente para mim, que dariam depois... E as observei várias vezes aos sussurros, me dando a certeza de que, fosse o que fosse, tinha relação comigo... Infelizmente, antes que chegasse o depois, ouvi o som estridente do celular, novamente...
(Fim do segundo sonho)
Eram 11:30 PM, quando me levantei pela segunda vez, ontem (sábado). Eu estava sozinho em casa... Fiquei me perguntando sobre esses sonhos até umas 12:40 PM, quando chegaram os meus pais e o meu irmão. Os sonhos saíram da minha mente aos poucos, mas sempre voltavam, como de costume, cada vez mais vagos...
Hoje, acordei assustado com outro sonho... Que não tem, em absoluto, relação com os outros dois... Então não vou comentá-lo...
Ficou mensionado, e talvez seja tratado mais tarde... Por hora, até mais ver! -(^)-(^)-
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Emoção
Eu sei que já estou sendo repetitivo, mas vou comentar novamente sobre a empatia. Aquele sentimento que se tem, quando na verdade é o sentimento de outra pessoa... (Acho que está mais confuso do que explicado, mas vai ficar assim...)
Bom, hoje eu estou emocionado de uma forma que não é usual... É como se eu tivesse uma razão muito boa para chorar, mas estivesse procurando motivos, ou pretestos... Não sei bem exoplicar... Só sei que é como se eu fosse desabar a qualquer momento.
Dando valor ao fato de que há menos de três horas eu estava muito contente, creio que não deve ter acontecido nada tão drástico, a ponto de mudar tão drasticamente o meu humor... Concluo que alguém está desesperadamente precisando de um ombro amigo... Mas acho que não vou descobrir quem é, em tempo de lhe oferecer o meu... Pena! Eu queria poder ajudar. (Talvez eu esteja errado, mas acredito que qualquer pessoa que sinta o que estou sentindo precisa realmente de ajuda!)
Por hora, acho melhor deixar as coisas como estão... Mais tarde eu torno a pensar nisso... Mas está registrado aqui, para que, se for algum frequentador desse blog (duvido, mas vai saber?), tenha o desprendimento de se manifestar me procurando.
Ósculos, amplexos e reticências...
Bom, hoje eu estou emocionado de uma forma que não é usual... É como se eu tivesse uma razão muito boa para chorar, mas estivesse procurando motivos, ou pretestos... Não sei bem exoplicar... Só sei que é como se eu fosse desabar a qualquer momento.
Dando valor ao fato de que há menos de três horas eu estava muito contente, creio que não deve ter acontecido nada tão drástico, a ponto de mudar tão drasticamente o meu humor... Concluo que alguém está desesperadamente precisando de um ombro amigo... Mas acho que não vou descobrir quem é, em tempo de lhe oferecer o meu... Pena! Eu queria poder ajudar. (Talvez eu esteja errado, mas acredito que qualquer pessoa que sinta o que estou sentindo precisa realmente de ajuda!)
Por hora, acho melhor deixar as coisas como estão... Mais tarde eu torno a pensar nisso... Mas está registrado aqui, para que, se for algum frequentador desse blog (duvido, mas vai saber?), tenha o desprendimento de se manifestar me procurando.
Ósculos, amplexos e reticências...
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Devaneando...
Qundo poste ontem à noite, pensei que só voltaria aqui depois de receber alguns comentários (que provavelmente não virão). Mas hoje eu senti uma vontade incontrolável de vir publicar alguma coisa... Algum sentimento, talvez...
Já que começamos falando de sentimentos, vou desviar o assunto por um instante e dizer da minha emoção, que é de grande felicidade... Não tem um motivo específico, embora pudesse ter, já que o jantar de sábado passado foi o suficiente para alguém como eu... (lembrei do texto dos três pontinhos... Realmente: melhor que vírgula!) Ou melhor dizendo, foi um catalisador de felicidade! Hehehehe
E vamos a mais um sentimento: (Mas qual?) ... (pensa mais um pouco)... (30 segundos depois, o que é muito para um cérebro como o meu: ) Frustração.
Mas, será que esse é o sentimento certo? Sei lá... Talvez isso seja outra emoção, já que um sentimento tende ao infinito, enquanto que as emoções são sempre passageiras... Não vem ao caso...
O caso, mesmo, é que a frustração estava lá... Será que as pessoas não podem ter um pouco mais de fé em mim?! Será que eu não posso mesmo ter boas intenções, no final das contas?! Será que por que a maioria das pessoas nesse mundo só quer saber de pegação, eu não posso ser sincero em minhas carícias?!
Estava eu, ontem, no SENAI, quando veio uma amiga minha, no momento do intervalo, e ela estava séria. Eu não sou o cara mais observador do mundo, mas estou entre os dez mais... Quando ela sentou-se ao meu lado, logo vi que não era seriedade o que ela sentia, mesmo porque minha intuição é muito aguçada, quando se trata de sentimentos. Ela estava muito triste, e o motivo eu não vou expor aqui, então eu a acompanhei até extrair dela a verdade (sobre como ela se sentia, não o porquê). Eu sabia que ela estava triste, mas não poderia falar com ela, se ela não me desse essa abertura, então ela precisava dizer... E ela estava muito triste mesmo, coisa que eu nunca tinha visto, em se tratando dessa pessoa. Finalmente a fiz sentir-se à vontade para chorar. Logo a sala se encheria de gente, então nós saímos da sala e fomos conversar em um canto, não muito isolado, mas que permitisse um mínimo de privacidade. Nesse momento as pessoas passavam e ela já não estava mais chorando, então, as pessoas não tinham PR que pensar que estivéssemos falando sobre o que estávamos falando... Mas daí a pensar que eu estava com qualquer tipo de intenção para com ela, ou às avessas, isso chega a ser um insulto, para mim! Ainda mais se tratando de pessoas com quem eu convivo e me relaciono abertamente!
É verdade que eu sempre estou cercado de mulheres, não por eu estar procurando uma (e realmente estou), mas porque a companhia delas é mais agradável que a dos homens! Elas não falam tantos palavrões, não discutem futilidades, como futebol, até se controlam, na minha presença (ou dão essa impressão) quando vão falar de algum “gatinho”, embora eu já tenha, realmente, ouvido comentários que eu preferiria ter evitado, mas nada no mundo é perfeito, certo? Pelo menos aos olhos dos homens, porque o Deus que criou o mundo é perfeito! Mas, como eu disse, é só uma questão de vantagens e desvantagens. Não tenho intenção nenhuma de aprofundar o relacionamento com qualquer uma delas (e se vier a ter, não me referirei a ela em uma frase que contenha a palavra “qualquer”, senão para negar que ela seja uma) , mas é uma cena comum, eu com alguma mulher, menina, garota, do lado. E, por coincidência, pelo que pude notar, a maioria delas é desejável aos olhos masculinos. Isso, de certa forma, eu posso entender como motivo para que façam certos comentários. E, na minha inocência, certas vezes até faço coisas que podem ser vistas com maus olhos... Mesmo assim, se uma pessoa me conhece, jamais dirá que eu tenho essas intenções maldosas de que sou acusado! E isso (as acusações, que fique claro!) me fere!
E bem... Tenho um professor que sempre me vê nessas situações, não porque eu as provoque, a meu ver, mas porque ele busca enxergar isso. Ele, que diz, aos 36 anos, ser virgem, e que quer conhecer alguém para respeitar, não para transar apenas, não vai aceitar que eu também seja uma pessoa conservadora, de moral e libido inquestionáveis, e etc.? Será que ele é mesmo o que diz ser? Vou começar a provocá-lo onde dói! Veremos se será como ele diz!
De qualquer modo, essa passou e não foi só ele a comentar que eu estivesse com uma senhorita conversando no canto... E nem foi nesse momento que ele comentou qualquer coisa, mas sim mais tarde, quando eu passei o braço sobre o ombro de uma outra amiga minha. Nessa hora ele me veio chamar de safado! Posso com uma coisa dessas? Para a maioria, talvez ele tenha razão... Para outro tanto, talvez eu não possa culpá-lo, De todo modo, não fiquei satisfeito com a situação...
Acho que eu nem tinha pensado nisso, até vir escrever aqui, hoje! Hahahaha
Deixa pra lá... Como eu disse antes disso tudo, estou feliz! Espero que ela também esteja, porque não fiquei sabendo como as coisas terminaram... E espero que a decisão dela tenha sido a mais acertada, seja qual foi! ^^
No final do dia (ou no começo do próximo) só me resta dizer: Louvado seja Deus!
Té!
Já que começamos falando de sentimentos, vou desviar o assunto por um instante e dizer da minha emoção, que é de grande felicidade... Não tem um motivo específico, embora pudesse ter, já que o jantar de sábado passado foi o suficiente para alguém como eu... (lembrei do texto dos três pontinhos... Realmente: melhor que vírgula!) Ou melhor dizendo, foi um catalisador de felicidade! Hehehehe
E vamos a mais um sentimento: (Mas qual?) ... (pensa mais um pouco)... (30 segundos depois, o que é muito para um cérebro como o meu: ) Frustração.
Mas, será que esse é o sentimento certo? Sei lá... Talvez isso seja outra emoção, já que um sentimento tende ao infinito, enquanto que as emoções são sempre passageiras... Não vem ao caso...
O caso, mesmo, é que a frustração estava lá... Será que as pessoas não podem ter um pouco mais de fé em mim?! Será que eu não posso mesmo ter boas intenções, no final das contas?! Será que por que a maioria das pessoas nesse mundo só quer saber de pegação, eu não posso ser sincero em minhas carícias?!
Estava eu, ontem, no SENAI, quando veio uma amiga minha, no momento do intervalo, e ela estava séria. Eu não sou o cara mais observador do mundo, mas estou entre os dez mais... Quando ela sentou-se ao meu lado, logo vi que não era seriedade o que ela sentia, mesmo porque minha intuição é muito aguçada, quando se trata de sentimentos. Ela estava muito triste, e o motivo eu não vou expor aqui, então eu a acompanhei até extrair dela a verdade (sobre como ela se sentia, não o porquê). Eu sabia que ela estava triste, mas não poderia falar com ela, se ela não me desse essa abertura, então ela precisava dizer... E ela estava muito triste mesmo, coisa que eu nunca tinha visto, em se tratando dessa pessoa. Finalmente a fiz sentir-se à vontade para chorar. Logo a sala se encheria de gente, então nós saímos da sala e fomos conversar em um canto, não muito isolado, mas que permitisse um mínimo de privacidade. Nesse momento as pessoas passavam e ela já não estava mais chorando, então, as pessoas não tinham PR que pensar que estivéssemos falando sobre o que estávamos falando... Mas daí a pensar que eu estava com qualquer tipo de intenção para com ela, ou às avessas, isso chega a ser um insulto, para mim! Ainda mais se tratando de pessoas com quem eu convivo e me relaciono abertamente!
É verdade que eu sempre estou cercado de mulheres, não por eu estar procurando uma (e realmente estou), mas porque a companhia delas é mais agradável que a dos homens! Elas não falam tantos palavrões, não discutem futilidades, como futebol, até se controlam, na minha presença (ou dão essa impressão) quando vão falar de algum “gatinho”, embora eu já tenha, realmente, ouvido comentários que eu preferiria ter evitado, mas nada no mundo é perfeito, certo? Pelo menos aos olhos dos homens, porque o Deus que criou o mundo é perfeito! Mas, como eu disse, é só uma questão de vantagens e desvantagens. Não tenho intenção nenhuma de aprofundar o relacionamento com qualquer uma delas (e se vier a ter, não me referirei a ela em uma frase que contenha a palavra “qualquer”, senão para negar que ela seja uma) , mas é uma cena comum, eu com alguma mulher, menina, garota, do lado. E, por coincidência, pelo que pude notar, a maioria delas é desejável aos olhos masculinos. Isso, de certa forma, eu posso entender como motivo para que façam certos comentários. E, na minha inocência, certas vezes até faço coisas que podem ser vistas com maus olhos... Mesmo assim, se uma pessoa me conhece, jamais dirá que eu tenho essas intenções maldosas de que sou acusado! E isso (as acusações, que fique claro!) me fere!
E bem... Tenho um professor que sempre me vê nessas situações, não porque eu as provoque, a meu ver, mas porque ele busca enxergar isso. Ele, que diz, aos 36 anos, ser virgem, e que quer conhecer alguém para respeitar, não para transar apenas, não vai aceitar que eu também seja uma pessoa conservadora, de moral e libido inquestionáveis, e etc.? Será que ele é mesmo o que diz ser? Vou começar a provocá-lo onde dói! Veremos se será como ele diz!
De qualquer modo, essa passou e não foi só ele a comentar que eu estivesse com uma senhorita conversando no canto... E nem foi nesse momento que ele comentou qualquer coisa, mas sim mais tarde, quando eu passei o braço sobre o ombro de uma outra amiga minha. Nessa hora ele me veio chamar de safado! Posso com uma coisa dessas? Para a maioria, talvez ele tenha razão... Para outro tanto, talvez eu não possa culpá-lo, De todo modo, não fiquei satisfeito com a situação...
Acho que eu nem tinha pensado nisso, até vir escrever aqui, hoje! Hahahaha
Deixa pra lá... Como eu disse antes disso tudo, estou feliz! Espero que ela também esteja, porque não fiquei sabendo como as coisas terminaram... E espero que a decisão dela tenha sido a mais acertada, seja qual foi! ^^
No final do dia (ou no começo do próximo) só me resta dizer: Louvado seja Deus!
Té!
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