"Recordando um passado distante... Uma história da vida alheia... Eu nunca fiz parte desses momentos...
Mas bem lá no fundo do baú, num canto escondido e largado, algo me chamou a atenção: Uma foto. Mas não era qualquer foto... Era uma foto minha. De um dia em que eu era diferente...
Por alguma razão, eu tinha o cabelo penteado, usava roupas elegantes, e notava que estava num quarto... Um quarto que se parecia com o meu, tinha a porta como a do meu quarto, com uma toalha pendurada, a lâmpada apagada, denunciando o dia que brilhava lá fora, um guarda roupas... Tudo nele se parecia o meu quarto... O mais estranho, é que o recinto onde a foto havia sido tirada, era o mesmo em que eu encontrara aquele velho baú... O mesmo lugar onde eu estava analisando o passado em busca do motivo de tanta nostalgia... O mesmo em que eu pousara em sono tantas vezes antes... O mesmo lugar em que eu desejara estar, tantas vezes, sozinho... O lugar que eu não conseguia chamar de meu...
E eu respirava e via as reticências se desenhando novamente na minha mente. E percebi que aquilo era nostalgia. E soube que estava sentindo falta de algo que eu tivera desejado, mas nunca tive realmente, nem mesmo a pretensão de possuir. E novamente me senti humano, com defeitos, virtudes, sentimentos, lágrimas... E tudo se fez óbvio e vivo, novamente... Acho que foi por isso que eu gritei por dentro “Basta!”. Levantei-me e, como fosse o normal, ou o certo a se fazer, coloquei tudo que havia na minha alma em um único golpe, que eu não consegui desferir contra a parede. A final, aquele era um lugar mágico, de onde não poderia sair sem assimilar todo o meu próprio ser. Não era para ferir, abrir passagem ou aliviar o corpo, que eu coloquei a alma naquele golpe, mas para me livrar dela quando, por força do choque, se dissipasse ou consumisse toda a sua energia. Talvez isso me matasse, mas não seria a primeira vez que eu me sentiria morto... Agora, no entanto eu só podia pensar numa única coisa: Como, quando e por quê, haveria eu entrado naquele lugar? Será que algum dia eu sairia dali? E como eu faria isso se, mais do que nunca, eu me tinha metido só?"
Do livro "A versão que ninguém contou, da história que ninguém ouviu", por Jônathas Oliveira Ayres, nunca nas bancas e livrarias de todo o Brasil.
R
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Sem graça...

Eu estou chateado hoje... E não é pelo motivo que eu disse pra todo mundo que era...
De repente me deu uma vontade de deitar e não levantar... E eu deitei e não passou...
Aí eu pensei em sair pra dar uma volta, mas me deu um desgosto passar pela porta...
E me deu uma vontade de conversar... Não preciso dizer o que aconteceu com essa vontade... (Ou preciso?)
De qualquer forma... eu vim fuçar na internet e não achei que ouvesse algo aqui que me distraísse... E vim ler o meu blog e o comentários, que não são tantos como foram um dia, mas dos quais eu passei estranhamente a não sentir falta...
Estou me sentindo como se fosse oco... Estou desejando que minha caixa xraniana fosse macissa, e que eu tivesse anscido acéfalo, pra não ter que pensar e me perguntar tais questões exorbitantes...
Será que alguém me ajuda? Alguém pode me dar um nome pra isso que eu to sentindo? Eu sei que parece óbvio para qualquer espectador, mas eu simplesmente não sei... E sei que as músicas melancólicas que eu estou ouvindo não vão me ajudar, mas é inevitável mesmo, então que se dane...
Mais uma coisa: eu estou no piloto automático... Acabei de notar que eu estou digitando sem olhar para o teclado, que eu escrevi um monte de coisa que eu nem sei o que é... E o mais estranho, o título que eu coloquei nesse tópico não foi o que eu quis... Eu jurava que tinha escrito "Tristeza..."
Todos esses sintomas me levam a crer que estou realmente ficando esquisofrênico... Se eu sumir de repente e nunca mais aparecer, não se preocupem: eu devo ter sido internado numa clínica especializada em casos como o meu, para receber mals tratos que serão muito bem disfarsadosaté uma denuncia anônima acontecer e eu ser reencaminhado para alguma lugar descente, ou morrer de alguma doênça pouco grave que não teria sido problema dentro de um lugar descente e...
Alguém cala minha boca antes que eu morra de tanto falar besteira? hehehe
Antes de sair: eu ainda não descobri como fazer pra formatação que eu faço durante a digitação ficar na publicação! Please, anybodhy, HELP ME!!
Fui...
De repente me deu uma vontade de deitar e não levantar... E eu deitei e não passou...
Aí eu pensei em sair pra dar uma volta, mas me deu um desgosto passar pela porta...
E me deu uma vontade de conversar... Não preciso dizer o que aconteceu com essa vontade... (Ou preciso?)
De qualquer forma... eu vim fuçar na internet e não achei que ouvesse algo aqui que me distraísse... E vim ler o meu blog e o comentários, que não são tantos como foram um dia, mas dos quais eu passei estranhamente a não sentir falta...
Estou me sentindo como se fosse oco... Estou desejando que minha caixa xraniana fosse macissa, e que eu tivesse anscido acéfalo, pra não ter que pensar e me perguntar tais questões exorbitantes...
Será que alguém me ajuda? Alguém pode me dar um nome pra isso que eu to sentindo? Eu sei que parece óbvio para qualquer espectador, mas eu simplesmente não sei... E sei que as músicas melancólicas que eu estou ouvindo não vão me ajudar, mas é inevitável mesmo, então que se dane...
Mais uma coisa: eu estou no piloto automático... Acabei de notar que eu estou digitando sem olhar para o teclado, que eu escrevi um monte de coisa que eu nem sei o que é... E o mais estranho, o título que eu coloquei nesse tópico não foi o que eu quis... Eu jurava que tinha escrito "Tristeza..."
Todos esses sintomas me levam a crer que estou realmente ficando esquisofrênico... Se eu sumir de repente e nunca mais aparecer, não se preocupem: eu devo ter sido internado numa clínica especializada em casos como o meu, para receber mals tratos que serão muito bem disfarsadosaté uma denuncia anônima acontecer e eu ser reencaminhado para alguma lugar descente, ou morrer de alguma doênça pouco grave que não teria sido problema dentro de um lugar descente e...
Alguém cala minha boca antes que eu morra de tanto falar besteira? hehehe
Antes de sair: eu ainda não descobri como fazer pra formatação que eu faço durante a digitação ficar na publicação! Please, anybodhy, HELP ME!!
Fui...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Devaneio...
Veremos no que vai dar hoje...
Eu tive um dia relativamente bom, embora tenha estado meio abatido nos últimos dias...
Acontece que eu fui acometido do mal da insômnia, na mesma semana meu pai se zangou por eu não estar batendo nas portas das firmas entregando curriculum (e eu confesso que deixei isso meio de lado por um motivo fútil, mas muito divertido pra mim), dormi duas vezes no senai, por causa da insômnia e a professora ameassou jogar o apagador em mim... Não sei mais o que aconteceu... Minbha cabeça nao está muito boa...
Mesmo assim eu estou feliz... Sem motivo nenhum, mas estou muito feliz!
É bom ser eu nessas situações...
O problema maior agora, que ocorre na minha mente, é que eu estou fazendo toda a formatação desse post e eu sei que ela não vai ser aplicada quando eu enviar... E vai ficar tudo uma montoeira de palavras juntas... Alguém sabe como eu resolvo isso? Por favor, me diga o que eu tenho que fazer ro Blogger gostar de mim também...
Que mais? [...] Ah! Meu avô vai fazer oitavo catéter... Uma anjeoplastia, na verdade... Eu não vou explicar o que é isso, vocês que pesquisem, porque eu tô morrendo de sono...
Eu acho que ele devia entrar no Guiness Book... Todos os conhecidos dele que passaram por esse procedimento médico, morreram na primeira tentativa... Nunca ouvi falar de ninguém que tenha feito mais de três... E ele vai para o oitavo... Yuhoo! Viva meu vô!
Não sei porque todo mundo tá nervoso... Eu não entendo o medo que as pessoas têm da morte... Principalmente se a morte não é delas e sim de um outro...
Tá bom, as saudades... Eu sinto isso de quem está vivo, mas tenho muita dificulade de enteder a saudade que as pessoas sentem dos mortos...
Que mal que eu sou, não? Desculpem... Eu acho que sou mesmo um pouco desumano... Mas é a arte de ser poeta... C'est la vie!
Falei demais e vocês vão me odiar quando terminarem de ler, mas eu não vou apagar nem vou corrigir nem nada assim, porque eu acho que estou com sono, mas não estou mentindo...
Um abraço a todos e que algum de vocês me ajude a entender esse sentimento...
Entre parênteses: (Espero!)
Eu tive um dia relativamente bom, embora tenha estado meio abatido nos últimos dias...
Acontece que eu fui acometido do mal da insômnia, na mesma semana meu pai se zangou por eu não estar batendo nas portas das firmas entregando curriculum (e eu confesso que deixei isso meio de lado por um motivo fútil, mas muito divertido pra mim), dormi duas vezes no senai, por causa da insômnia e a professora ameassou jogar o apagador em mim... Não sei mais o que aconteceu... Minbha cabeça nao está muito boa...
Mesmo assim eu estou feliz... Sem motivo nenhum, mas estou muito feliz!
É bom ser eu nessas situações...
O problema maior agora, que ocorre na minha mente, é que eu estou fazendo toda a formatação desse post e eu sei que ela não vai ser aplicada quando eu enviar... E vai ficar tudo uma montoeira de palavras juntas... Alguém sabe como eu resolvo isso? Por favor, me diga o que eu tenho que fazer ro Blogger gostar de mim também...
Que mais? [...] Ah! Meu avô vai fazer oitavo catéter... Uma anjeoplastia, na verdade... Eu não vou explicar o que é isso, vocês que pesquisem, porque eu tô morrendo de sono...
Eu acho que ele devia entrar no Guiness Book... Todos os conhecidos dele que passaram por esse procedimento médico, morreram na primeira tentativa... Nunca ouvi falar de ninguém que tenha feito mais de três... E ele vai para o oitavo... Yuhoo! Viva meu vô!
Não sei porque todo mundo tá nervoso... Eu não entendo o medo que as pessoas têm da morte... Principalmente se a morte não é delas e sim de um outro...
Tá bom, as saudades... Eu sinto isso de quem está vivo, mas tenho muita dificulade de enteder a saudade que as pessoas sentem dos mortos...
Que mal que eu sou, não? Desculpem... Eu acho que sou mesmo um pouco desumano... Mas é a arte de ser poeta... C'est la vie!
Falei demais e vocês vão me odiar quando terminarem de ler, mas eu não vou apagar nem vou corrigir nem nada assim, porque eu acho que estou com sono, mas não estou mentindo...
Um abraço a todos e que algum de vocês me ajude a entender esse sentimento...
Entre parênteses: (Espero!)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Recaptulando...
Eramos amigos e, quando eu notei, sentia saudades...
Mas não eram as saudades que se sentem de um amigo, e eu pensei que poderia ser mais que isso. (Não era.)
Fui a muitos lugares buscando o mundo melhor que o amor proporciona. Me contentei com a solidão.
Ser sozinho não é, no final das contas, algo tão ruim assim...
Mesmo assim eu busquei alguém que me fisesse deixar de ser só.
Foi assim que me apaixonei por todas as mais da minha vida de uma só vez. E juntei nelas todas, aquela coisa estranha que cada uma tinha pra se tornar a mais. E criei um personagem que vive aos pedaços. E que eu tenho de me divdir e me contentar em conviver um pouco por dia.
Mas hoje eu tive uma tarde alegre. e consegui o que eu sempre cantei desde que me lembro: "Sentir o calor de chegar, mesmo quando se tem de partir".
Viva Morais:
SONETO DA FIDELIDADE
De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Bá noite
Mas não eram as saudades que se sentem de um amigo, e eu pensei que poderia ser mais que isso. (Não era.)
Fui a muitos lugares buscando o mundo melhor que o amor proporciona. Me contentei com a solidão.
Ser sozinho não é, no final das contas, algo tão ruim assim...
Mesmo assim eu busquei alguém que me fisesse deixar de ser só.
Foi assim que me apaixonei por todas as mais da minha vida de uma só vez. E juntei nelas todas, aquela coisa estranha que cada uma tinha pra se tornar a mais. E criei um personagem que vive aos pedaços. E que eu tenho de me divdir e me contentar em conviver um pouco por dia.
Mas hoje eu tive uma tarde alegre. e consegui o que eu sempre cantei desde que me lembro: "Sentir o calor de chegar, mesmo quando se tem de partir".
Viva Morais:
SONETO DA FIDELIDADE
De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Bá noite
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Correndo na chuva...
Antes de tudo: Perdoem minha ausência nos blogs amigos... Estou meio displicênte com internet, porqu eacho que estou enjoando... Mas vou fazer uma força pra não me ausentar demais.
Dito isso: Ontem eu fui fazer uma caminhada com uma amiga minha... Dia bem interessante o de ontem... Não vou contatr detalhes, porque não me interessa muito fazê-lo agora, mas vou dizer algo de que fui lembrado...
Ano retrasado, como todos os formandos do terceiro ano do ensino médio que eu conhecia, eu fui fazer a prova da FUVEST. E calhou de eu fazer a prova no mesmo local que essa minha amiga. E eu a encontrei e combinamos, antes de entrar, que quem saisse primeiro, esperaria pelo próximo. Ela conseguiu o feito de terminar primeiro que eu, mas só porque eu fiquei enrolando com o gabarito... E nos encontramos à porta... Como tivéssemos muito tempio livre, decidimos caminhar até a estação para depois seguirmos nossos rumos em direções diferentes...
(Estávamos na Uni A, em sto andré).
Caminhamos cerca de 30 minutos até chegarmos à Av. Industrial, onde eu reparei que seria inevitável tomar uma chuva. Conversamos muito naquele dia... E quando começou a chover, comessamos a correr com nossas sacolas cheias de livros, lápis, revistas tabelas periódicas e afins, que recebemos no local da prova, como forma tão triste de Jabá... Corremos como loucos (ou melhor, nem tant, porque ela é baixinha e as pernas dela não acompanhavam as minhas, que eu forcei a desacelerar).
Corremos tanto, que acabamos chegando no shopping... Entramos e ficamos por lá por um tempo... Depois fomos embora e só tornamos a nos ver muito tempo depois... Nos falamos por telefone de vez em quando, mas isso é supérfluo para o assunto.
O que eu queria mesmo dizer, é que eu lembrei que aquela cena toda, pareceu cena de comédia romântica: Dois amigos correndo na chuva... A lama e a água pulando das poças quando as pisamos... Sorrisos quase infantís... Seguidos de conversa descontraída e olho-no-olho, baixo a uma marquize num centro comercial...
Posso estar enganado, mas em Holly Wood, isso seria seguido de chocolatequente, frente a uma lareira...
Lembrei disso e rí tanto, hoje pela manhã, que se não tivesse me controlado, teria perdido o ônibus para o SENAI...
Bom... É isso que eu vim dizer... Não consigo pensar em mais nada e acho que seria enrolar de mais ficar enchendo lingüiça...
Assim, Um abraço a todos!
Dito isso: Ontem eu fui fazer uma caminhada com uma amiga minha... Dia bem interessante o de ontem... Não vou contatr detalhes, porque não me interessa muito fazê-lo agora, mas vou dizer algo de que fui lembrado...
Ano retrasado, como todos os formandos do terceiro ano do ensino médio que eu conhecia, eu fui fazer a prova da FUVEST. E calhou de eu fazer a prova no mesmo local que essa minha amiga. E eu a encontrei e combinamos, antes de entrar, que quem saisse primeiro, esperaria pelo próximo. Ela conseguiu o feito de terminar primeiro que eu, mas só porque eu fiquei enrolando com o gabarito... E nos encontramos à porta... Como tivéssemos muito tempio livre, decidimos caminhar até a estação para depois seguirmos nossos rumos em direções diferentes...
(Estávamos na Uni A, em sto andré).
Caminhamos cerca de 30 minutos até chegarmos à Av. Industrial, onde eu reparei que seria inevitável tomar uma chuva. Conversamos muito naquele dia... E quando começou a chover, comessamos a correr com nossas sacolas cheias de livros, lápis, revistas tabelas periódicas e afins, que recebemos no local da prova, como forma tão triste de Jabá... Corremos como loucos (ou melhor, nem tant, porque ela é baixinha e as pernas dela não acompanhavam as minhas, que eu forcei a desacelerar).
Corremos tanto, que acabamos chegando no shopping... Entramos e ficamos por lá por um tempo... Depois fomos embora e só tornamos a nos ver muito tempo depois... Nos falamos por telefone de vez em quando, mas isso é supérfluo para o assunto.
O que eu queria mesmo dizer, é que eu lembrei que aquela cena toda, pareceu cena de comédia romântica: Dois amigos correndo na chuva... A lama e a água pulando das poças quando as pisamos... Sorrisos quase infantís... Seguidos de conversa descontraída e olho-no-olho, baixo a uma marquize num centro comercial...
Posso estar enganado, mas em Holly Wood, isso seria seguido de chocolatequente, frente a uma lareira...
Lembrei disso e rí tanto, hoje pela manhã, que se não tivesse me controlado, teria perdido o ônibus para o SENAI...
Bom... É isso que eu vim dizer... Não consigo pensar em mais nada e acho que seria enrolar de mais ficar enchendo lingüiça...
Assim, Um abraço a todos!
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